Arquivo do autor: Alessandro Calve

Centro Educacional Bairro do Crixá, Concurso CODHAB, Brasília, DF, 2018

Arquitetura: Anne Marie Sumner

Equipe: Rafael Passador e Amanda Sarak

Cálculo Estrutural: Pedro Telecki

Apartamento São Paulo, SP, 2016

Ano de Projeto: 2016
Ano de conclusão da obra: 2016
Área Construída: 100m²

 

Arquitetura: Anne Marie Sumner
Colaboradores: Arq. Luis Paulo Canepa e Danielle Urbaneja Manzoni
Cálculo Estrutural: Pedro Telecki
Obra: Signum Engenharia/Eng. Raul Luna

Sítio Terras Frias – Itaipava, 2009

Ano de Projeto: 2009

 

Arquitetura: Anne Marie Sumner
Colaborador: Arq. Leonardo Musumeci

 

A implantação em Vale de Itaipava, Petrópolis, rodeada por serras, campos e corredeiras procura situar-se incrustada entre rochas no caso do pavilhão de hóspedes e pousada com geometria de planos transversos na Edificação Principal. Ambos voltam-se para as águas e colinas.

Concurso Ceilândia, DF, 2016

Concurso Conjunto Habitacional – Sol Nascente – Ceilândia – DF

 

Ano de Projeto: 2016
Área do Terreno: 3 quadras/ 14 lotes/ 23.503,97 m²
Área Construída: 35.880,32m² (2.562,88m² por lote)

 
 
Arquitetura: Anne Marie Sumner
Colaboradores: Danielle Urbaneja Manzoni e Pedro Andrade

  

Memorial Descritivo:

 

A ideia do projeto é articular o novo conjunto – sugestivamente – a 1 entorno ainda indefinido e árido; donde a diagonal que abre e fecha os edifícios aproximando-os ou distanciando-os da via pública. Os principais acessos, sempre pelas esquinas incorporam o passeio público nas suas dimensões mais avantajadas.Nas várias interfaces do conjunto criam-se afinal gradações espaciais, climáticas e de uso do solo público e privado.A implantação em térreo ocupado (unidades acessíveis) ou pilotis é sempre ligeiramente elevada em relação ao solo: torna mais leve o conjunto e permite o escoamento desimpedido das águas em direção à linha de retenção paralela à ciclovia. Estas por sua vez percorrem longitudinalmente as 3 quadras e se articulam com os rios e ciclovias do entorno.Os pátios com escadarias contínuas e angulação aberta configuram área de lazer em gradação mais reservada a cada edifício enquanto que os pilotis lindeiros à linha d’água e ciclovia franqueiam e justapõem o conjunto ao uso público.

 

No térreo, além das unidades acessíveis – que poderiam futuramente incluir outros usos como albergue e pequeno comércio – encontram-se também lavanderias coletivas. Sob o pilotis estão previstos sanitários e copas coletivos, além de bicicletário. Os pátios com escadarias contínuas e angulação aberta configuram área de lazer mais reservada a cada edifício.

 

Os estacionamentos em subsolo estão no sentido longitudinal de cada quadra tendo entradas e saídas nas extremidades. Complementam a faixa infraestrutural paralelamente à linha d’água e ciclovia longitudinais.

 

A estrutura com vigas protendidas (0,35×0,40) e pilares pré-fabricados (0,35×0,35) em concreto armado, além de permitir grande flexibilidade à ampliação ou redução das unidades, concentra entre as vigas um grande shaft horizontal para as instalações em geral. As lajestreliçadas pré-fabricadas (0,12) permitem conforto termo-acústico e rápida execução. Associadas à as orientações Nordeste e Sudoeste, para melhor conforto témico, todas as unidades contam com varandas e ventilações cruzadas.

Concurso Santa Maria, DF, 2016

Concurso Edifício Multifuncional – Santa Maria – DF

 

Ano de Projeto: 2016

Área do Terreno: 2 lotes de 1200m²

Área Construída: lote 1 – 5700m ² / lote 2 – 4750M m²

 

Arquitetura: Anne Marie Sumner

Colaboradores: Danielle Urbaneja Manzoni e Pedro Andrade

 

Memorial Descritivo:

 

A ideia do projeto é de adequar de forma leve a grande diferença de gabarito entre a área proposta – com edifícios de até 9 pavimentos – e o entorno predominantemente unifamiliar a sudeste e a vastidão horizontal do planalto central ao fundo, a noroeste. São 9 blocos com alturas e direções variáveis articulados por 2 caixas de escada e elevadores. Abrimos as clássicas empenas cegas de Brasília e tensionamos o também clássico paralelismo entre edifícios. Da legislação urbana que amplia o passeio público recuamos o comércio lindeiro à igreja existente para abrir caminho generoso para a área sob pilotis pontuada pelo comércio local. A arborização intensa indicada procura estender os limites existentes, interligar os vários edifícios, ganhar os passeios, e claro, umidificar o ar do cerrado. A pergunta que fizemos é se esta última linha de quadras (onde encontram-se os lotes objeto do concurso) permitindo coeficiente de aproveitamento 4 será a última, ou, se estender-se á. Ou, se ao contrário, a grande extensão unifamiliar mudará sua condição horizontal e se verticalizará. Em qualquer situação imaginamos que a morfologia que propusemos poderia indicar uma certa forma aerada de ocupação e ao mesmo tempo manter a integridade da quadra.

Fazenda Cortezia – MG

Ano de Projeto: 1994

 

Arquitetura: Anne Marie Sumner
Equipe: André Aaltonen, Luciana Flores Martins, Yara Goulart

 
 

O projeto procura articular o gabinete colonial existente à nova casa de fazenda de modo a abrir o novo conjunto para a paisagem de pastos e colinas.

Ed. Mourato Coelho, SP 2015

Ano de Projeto: 2015

Área do Terreno: 700m²

Área Construída do Projeto: 2280,00m²

Área Computável: 1344m2

 

Arquitetura: Anne Marie Sumner

Colaboradores: Arq. Guilherme Lauretti, James Sumner

 

O Edifício é de uso misto com térreo mais 6 pavimentos:   3 para escritórios e 3 residenciais. Desenvolveu-se segundo as diretrizes do novo Plano Diretor em São Paulo para áreas fora dos eixos estruturadores portanto com gabarito mais baixo e coeficiente de aproveitamento 2 mediante pagamento de outorga onerosa.

Ed. Piloto Capote Valente, São Paulo, 2014/15

Ano de Projeto: 2014-15

Área do Terreno: 2.000m²

Área Construída do Projeto: 13.472m²

Área Computável: 7870m2

 

Arquitetura: Anne Marie Sumner

Colaboradores: Arq. Juliana Pellegrini e Daniela Ramos Carvalho

Assistentes: Arqs. Arthur Oishi, Raphael Takano e Guilherme Lauretti

 

O Projeto piloto, um edifício de uso misto com18 pavimentos, desenvolveu-se segundo as diretrizes do novo Plano Diretor em São Paulo para eixos estruturadores. Recém aprovado em 2014 o novo Plano Diretor  incentiva uma cidade mais compacta envolvendo políticas de adensamento populacional em áreas próximas a estações de metrô  ou corredores de ônibus em que o coeficiente de aproveitamento do terreno pode chegar a 4 mediante pagamento de outorga onerosa.

Pavilhão do Brasil na Exposição Universal de Sevilha, 1991

Concurso

 

Arquitetura: Anne Marie Sumner
Equipe: Denise Xavier de Mendonça, Francisco Leopoldo Soares, Monica Palma Cappa, Rejane Beçak, Sophia da Silva Telles,Rogério Duarte Neves, Silvia Taeko Tanaka, Thomaz Montefort Diederichsen, Yara L. Goulart
Paisagista: Sakae Ishii
Artista Plástico: José Resende
Estrutura: Eng. Antonio Pinto Rodrigues

 

Memorial:

O tema do Pavilhão Brasileiro é o Brasil. A pergunta que se coloca é qual Brasil.
O território é extenso, o Brasil é urbano. Somos reflorestamento e mata natural, traçado cartesiano e mancha pictórica. O projeto para o Pavilhão marca a vertical.
No térreo o solo é liberado essencialmente na direção longitudinal pela posição das lâminas violeta e pela rampa engastada na empena prateada de 40m (argamassa com mica e limália), contrapondo-se à locação frontal do lote. A escultura estendida no chão acentua essa ambiguidade entre a frontalidade do projeto e o percurso lateral.
A rampa sobe até o 2º pavimento, vaza uma altura de 10m e desloca o volume da estrutura. Desse percurso em sombra, chega-se ao salão de exposições, uma caixa infletida a 5° em relação à linha de iluminação ortogonal (zenital lateral), que resgata para o interior o ligeiro translado exterior dos volumes e faz com que o olho oscile para cima e para baixo, entre este retângulo de luz e o piso de mármore preto florido com seus enormes veios brancos.
No 3º pavimento, o restaurante se desenha como um espaço linha, movimentado por atletas que são ora as lâminas violeta, ora as velas brancas, requadros de dacron que filtram a luz para dentro, embora o restaurante seja aparentemente todo fechado. O piso de mármore branco apicoado, interna e externamente, acentua a difusão da luz que abre um espaço claro e leve.
O espelho d’água na laje de cobertura dissolve finalmente o objeto, ao refletir inversamente as lâminas que agora voltam ao solo.

Teatro Itaú, São Paulo, SP, 1998

Adequação do Teatro existente no Instituto Itaú Cultural na Av. Paulista (Projeto original do edifício: Arq. Roberto Mange)para um teatro de múltiplo uso, donde a criação das arquibancadas em aço soltas e atirantadas.

 

Arquitetura: Anne Marie Sumner

Equipe: Arqs. Rodrigo Queiroz, Claudio Reuss, Mauricio Montei, Henrique Guerra, Suleir

Acústica: David Akkermann

Estrutura: Zaven Kurkdjian